Sem limites no palco em iniciativa da Cia. de Dança Ruy Alencar

maio 12, 2012
dança >> Pessoas com deficiência participam de espetáculo em inauguração de coordenadoria da Seduc na Zona Norte.

 
No palco, não existem limites – pelo menos para a Cia. de Dança Ruy Alencar, que desenvolve trabalhos com estudantes e comunitários da Zona Norte de Manaus. Isso porque o grupo vai encenar uma performance reunindo bailarinos e pessoas com deficiência, dia 10 de maio, às 8h, na Escola Estadual Prof. Sebastião Norões (rua Q, bairro Ribeiro Jr). A apresentação faz parte da inauguração da Coordenadoria 7 da Secretaria Estadual de Educação (Seduc).
A encenação no evento na Seduc terá ares de abertura de jogos esportivos, com direito a figurinos e adereços cênicos. A concepção artística e a direção coreográfica são de Wilson Junior, diretor da Ruy Alencar. “Será uma coreografia unindo jazz e dança moderna, além de modern jazz, que une os dois”, explica ele, que iniciou os preparativos para a apresentação há duas semanas. Ao todo, deverão participar da apresentação 24 bailarinos da companhia e três pessoas com deficiência ciência, sendo um deficiente mental, um cadeirante e outro com dificuldades de locomoção.

 
INCLUSÃO SOCIAL
 
A proposta de levar a inclusão de pessoas com deficiência à dança veio de Julio Meireles, da Seduc, e coincidiu com ações que a companhia de dança da Zona Norte já tinha em mente realizar. “No projeto da companhia, já tínhamos a ideia de desenvolver um trabalho, com maior estrutura, com pessoas com deficiência e da Terceira Idade. Surgiu essa proposta, e ela foi abraçada por nós da melhor forma possível”, destaca o bailarino.
O trabalho da Cia. de Dança Ruy Alencar com as pessoas com deficiência não ficará só nisso. A companhia já planeja ter os três bailarinos com limitações no espetáculo “Caramuru”, que fará parte do Festival de Talentos, promovido pela Escola Estadual Ruy Alencar. “As companhias de dança não têm um trabalho de inclusão como o que estamos fazendo. Está sendo super importante para eles, que estão participando, e para a gente que está aprendendo com eles”, destaca Wilson. “Tem que ter um estudo maior, pensar mais nas possibilidades de cada um, e fazer com se integre o trabalho de cada bailarino. Foi muito produtivo”.
 
Fonte: A Crítica
Manaus, Quinta-feira,
26 de Abril de 2012
 

A Companhia de Dança Ruy Alencar procura patrocínio para participar do Festival de Dança Joinville, em julho

março 26, 2012
Em busca de dançar em SC

Desde 2008 em atividade em Manaus, a Companhia de Dança Ruy Alencar procura patrocínio para tentar participação este ano no Festival de Dança Joinville, que acontece de 18 a 28 de julho, na cidade de Joinville, em Santa Catarina. O grupo se reúnena quadra da Escola Estadual Ruy Alencar, na avenida Margarita, no Nova Cidade, Zona Norte. Iniciado como um projeto social no bairro, de acordo com Maronilson Gomes, um dos bailarinos, a cia pretende apresentar quatro espetáculos diferentes. No entanto, não contam com nenhum tipo de apoio.
“Precisamos principalmente de ajuda em figurino e também alguns equipamentos, como espelho e barra, porque ensaiamos na quadra que a escola nos cedeu, que não é própria para os treinos de dança”,explicou o bailarino.Já foram produzidos seis espetáculos. 

Balé clássico, dança moderna, jazz, stileto e danças urbanas são oferecidas, de graça.
Atualmente 18 bailarinos fazem parte da cia, que começou como projeto social no Nova Cidade

 
 
REPERTÓRIO

Para 2012, o grupo prepara novos espetáculos. São quatro trabalhos, sendo dois folclóricos. O grupo pretende encenar o “Caramuru”, além de montagens em jazz e contemporâneo. “Temos que gravar o vídeo e mandar pra lá.E cada um sai a R$ 40. Queremos enviar os quatrotrabalhos diferentes”, contou Maronilson, que adiantou que a
companhia já participou de alguns eventos importantes na capital, como o Modama, além do Galo da Serra, em Presidente Figueiredo, tendo se apresentado até no TeatroAmazonas.Atualmente são 18 bailarinos que fazem parte do corpo do grupo. Eles treinam duas vezes por semana com o coreógrafo responsável Wilson Júnior e a diretora da Companhia de Dança Ruy Alencar, Jeane Melgueiros. A cia representa ainda a Secretaria de Educação (Seduc) em vários eventos culturais e tem um festival de dança próprio.

Fonte:  A Crítica 
BEM VIVER 
MANAUS, QUINTA-FEIRA,
22 DE MARÇO DE 2012
 

Companhia de Dança nasce de projeto social e incentiva jovens, na Zona Norte de Manaus

janeiro 26, 2012

De uma simples atividade extracurricular, a dança se transformou em paixão para estudantes de uma escola da Zona Norte de Manaus. A Cia. de Dança Ruy Alencar surgiu há pouco mais de três anos, como desdobramento do trabalho desenvolvido pelo Projeto Jovem Cidadão na Escola Estadual Professor Ruy Alencar, no Nova Cidade, e hoje reúne também integrantes da comunidade que decidiram se dedicar à atividade artística.

Entusiasmo

A companhia foi criada por iniciativa do bailarino Wilson Junior, integrante do Balé Folclórico do Amazonas e professor do Jovem Cidadão, em parceria com Jeane Melgueiros, gestora da escola da Zona Norte. Após perceber o entusiasmo e a dedicação dos estudantes no Jovem Cidadão, Wilson abriu as atividades do projeto para todos os alunos interessados em participar. Daí para a criação da companhia foi um passo.



  “Montei a companhia de dança e começou a dar certo. Produzimos um primeiro espetáculo, ‘Amazônia para o mundo ver’, falando de folclore, que era algo muito forte na escola”, recorda o bailarino. Hoje, informa Wilson, a Cia. de Dança Ruy Alencar ensaia com aproximadamente 20 integrantes, mas o número sobe para cerca de cem durante os períodos letivos, englobando alunos da escola e comunitários. Os ensaios acontecem nas manhãs de sexta-feira, sábado e domingo, e nas férias também às segundas e quartas.

 Evoluindo

Desde que foi criada, em junho de 2008, a companhia de dança do Nova Cidade vem evoluindo. Após “Amazônia para o mundo ver”, os jovens bailarinos já encenaram outras cinco coreografias: “A casa do terror”, “Águas – Dentro do mar tem rio”, “A volta ao mundo em 30 minutos”, “Futurama” e “Piratas do Caribe”. Elas se baseiam principalmente na dança moderna e no jazz, com elementos do balé clássico, num reflexo da evolução do grupo, que começou estudando pequenas sequências de jazz.

 “De início, busquei trabalhar mais músicas populares, que eles estão acostumados a ouvir no rádio. Quando o trabalho estava se desenvolvendo de forma legal, comecei a inserir a dança moderna e o balé clássico”, lembra Wilson. A partir daí, acrescenta ele , os jovens passaram a receber noções de história da dança e anatomia, e a se aproximar do universo da dança. “Como sou bailarino do Estado, sempre que havia apresentações no Teatro Amazonas nós reservávamos esse dia para eles assstirem e terem um contato maior com os bailarinos profissionais”.

Conquistas

O bom trabalho desenvolvido pela companhia rendeu frutos, e aos poucos ela foi conquistando espaço em vários palcos. Além de eventos das secretarias estaduais de Desporto e Lazer, e Educação, os jovens bailarinos já se exibiram no Festival de Dança Galo da Serra, em Presidente Figueiredo; na Mostra de Dança do Amazonas (Modama); e no recente Concerto de Natal da Secretaria de Cultura (SEC). E foram selecionados para o 1º Cena de Dança, em setembro, no Teatro Amazonas.


 “Fomos a única escola estadual a levar um trabalho para a mostra, promovida pela Associação dos Profissionais de Dança do Amazonas. Penso que foi o nosso maior feito”, diz Wilson.

 E a companhia mira mais longe: o grupo prepara trabalhos para inscrever no Festival de Joinville (SC). “É o maior festival do Brasil e um dos maiores do mundo, e vamos tentar competir lá esse ano”, antecipa o professor.

Qual o segredo para dar certo? Querer, contra todas as adversidades. “Houve jovens que já vieram me falar, ‘Eu era usuário de drogas, e deixei porque a dança é minha paixão. Não há nada mais grafiticante”, afirma Wilson. “O empenho deles – não tem nada que compre isso”.

Estrutura precária

A força de vontade de Wilson Junior, Jeane Melgueiros e dos jovens bailarinos da Ruy Alencar supera até mesmo as dificuldades de estrutura que a companhia enfrenta para trabalhar, como a falta de espelhos ou barras de exercícios . “O trabalho todo é realizado na quadra de esportes da escola, e às vezes até no refeitório”, comenta Wilson, que busca driblar o problema com trabalho e disciplina. “Tenho de criar mecanismos para eles não sentirem falta, para que tudo possa fluir de forma harmônica e que a técnica entre no corpo do aluno”.

A dedicação de Wilson, que trabalha à frente da companhia de forma voluntária e já inscreve projetos com o grupo em editais, é ver o trabalho florescer: “A ideia é criar uma fundação, desenvolver uma grande escola de dança. A Zona Norte é muito carente, não tem escolas de dança ou arte (...) A intenção é ver esse trabalho se tornar algo maior, abrangente e profissional, e que contribua com o Estado e os grandes festivais que já temos”.

Busca rápida

 Talentos em mostra O Festival de Talentos promovido pela Escola Estadual Ruy Alencar foi um fator que estimulou a criação da companhia de dança. O evento, que abrange também a música, está em sua terceira edição.

Números 

15 bailarinos da Ruy Alencar dançaram no Concerto de Natal 2011, no Centro. A companhia participou co- mo convidada, fora do Projeto Cidadão, faça- nha bastante comemorada pelo grupo.

Fonte:  http://acritica.uol.com.br/vida/Manaus-Amazonas-Amazonia-dancam-Companhia-nasce-projeto-social_0_625137524.html 
 

 
 

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